Mais de duas dezenas de estátuas vivas na Baixa de Coimbra

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Coimbra vai receber vinte e duas estátuas vivas no próximo sábado.

“Quem passar nas ruas principais e alguns dos largos e praças da Baixa de Coimbra, no próximo dia 5 de agosto, não ficará indiferente a mais uma das iniciativas que a Câmara Municipal de Coimbra (CMC) organiza, com o intuito de revivificar esta zona emblemática da cidade, ao cruzar-se com uma espécie de galeria de arte ao ar livre, neste caso um conjunto heterogéneo de Estátuas Vivas ali presentes, entre as 10h30 e as 13h00 e entre as 16h30 e as 19h00”, adianta hoje a autarquia em comunicado.

A mostra de Estátuas Vivas envolve os “mais conceituados artistas desta recente arte urbana, premiados quer no panorama nacional quer internacionalmente”, num total de vinte e dois performers.

As Estátuas Vivas estarão distribuídas num circuito orientado pela Baixa de Coimbra, abrangendo o Largo da Portagem, Rua Ferreira Borges, Rua Visconde da Luz, Praça 8 de Maio, Largo do Poço, Largo da Freiria, Rua Velha, Praça do Comércio, Rua Sargento Mor e Escadas do Gato.

Com direção artística de António Santos, pioneiro da “arte da quietude” e recordista mundial, os artistas presentes no evento “criarão um ambiente recheado de surpresas, seja pelo impacto visual que suscitam junto dos transeuntes, seja pela atrativa caracterização/indumentária das personagens que representam”, frisa ainda a edilidade.

O conjunto “estático” representará figuras da cultura e História nacionais como D. Afonso Henriques, a Rainha Santa Isabel, D. Pedro I e D. Inês de Castro, Luís de Camões ou, mais ligado à academia coimbrã, o Archeiro da Universidade. A par das estátuas vivas históricas estarão expostas, ainda, outras que remetem para personalidades populares como a Tricana, o Cauteleiro, o Aguadeiro, o Estudante ou o Vendedor de Castanhas. Haverá também guerreiros como o Cavaleiro Medieval, o Soldado Oitocentista ou o Guerreiro Árabe, à mistura com o Turista, o Mágico, e até mesmo uma Família ou um quadro de um Jantar Romano.

A iniciativa, inédita no contexto da programação cultural em Coimbra, evidencia a “importância dada à pluralidade de expressões artísticas, assumindo-se como mais um exemplo da abrangência e inovação da política cultural proposta pela CMC no decurso dos últimos anos”.

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