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AEP reuniu mais de 700 empresários do Norte, Centro e Alentejo para promover PME mais competitivas

Entre empresários, investidores, associações empresariais e intermunicipais, estabelecimentos de ensino superior e agentes do poder local, as sessões LINK LAB do projeto AEP LINK, reuniram mais de 700 participantes nas 12 cidades onde decorreram: Viana do Castelo, Braga, Vila Real, Coimbra, Maia, Leiria, Trofa, Aveiro, Castelo Branco, Viseu, Évora e Beja. Estes encontros pretenderam apurar as boas práticas que promovem PME mais competitivas e robustas.

Foram discutidos temas decisivos para o sucesso – e sobrevivência – das micro, pequenas e médias empresas, nomeadamente, as práticas de gestão, a digitalização do negócio, o investimento, a inovação, a capacitação dos recursos humanos e a competitividade do ecossistema empresarial.

“Os encontros consubstanciaram uma oportunidade para refletir sobre as práticas e as necessidades das PME nas regiões de convergência. Permitiu, ainda identificar algumas iniciativas que podem ser desenvolvidas por associações, pelo poder local e por estabelecimentos de ensino superior, entre outros, para apoiar os empresários e os novos empreendedores, incentivou o networking e a partilha de experiências”, explica Paula Silvestre, diretora da AEP Competitividade.

Cerca de 74 por cento dos participantes nos LINK LABS foram empresários e gestores, sendo os restantes 26% representados por associações, agentes do poder local, ensino superior e investidores. Os LINK LABS percorreram o Norte, Centro e Alentejo entre os meses de abril e outubro.

“O projeto AEP LINK pretende promover acima de tudo a cooperação nos domínios críticos de competitividade das PME, e os LINK LABS representam a interligação e parceria que queremos reforçar e imprimir ao tecido empresarial, porque se concretizaram em estreita parceria com entidades regionais e proporcionaram um espaço aberto de discussão e de criação de oportunidades de negócio muito interessantes”, explica Paula Silvestre.

“As PME deparam-se com obstáculos a diferentes níveis, a cooperação entre empresas e com estruturas organizadas que desenvolvem atividades de suporte e de desenvolvimento empresarial permitir-lhes-á adquirir maior resistência, explorar novas oportunidades e ganhar escala”, garante.

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