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Almeida Henriques diz que nada tem a ver com “Operação Éter”

Almeida Henrique já reagiu, na sua página do Facebook à manchete de hoje do JN, que dava conta que o ex-secretário de Estado e atual presidente da Câmara de Viseu, recebia avença enquanto esteve no Governo e no Parlamento

“Só me posso pronunciar sobre aquilo que conheço, designadamente o que saiu nos jornais. Não tive nem tenho nada a ver com os factos relacionados com a designada ‘Operação Éter´”, refere o autarca do PSD.

“Em relação a outros eventuais factos sob investigação, só me pronunciarei quando conhecer o que consta do respetivo processo, sendo certo que estarei sempre disponível para colaborar com a justiça e contribuir para o apuramento da verdade. Todavia, creio ser fundamental realçar que o princípio da presunção de inocência não deve jamais ser desrespeitado, seja quem for a pessoa, pelo que meras suspeições não devem nunca dar lugar a julgamentos na praça pública”, adianta ainda o autarca.

A Judiciária do Porto escutou o político e tem provas de ligações perigosas, avançou o JN.

Ainda segundo o jornal, o edil está a ser investigado pela Polícia Judiciária (PJ) do Porto e Ministério Público por suspeitas de ter sido facilitador dos negócios de José Agostinho Simões, empresário detentor da marca Tomi, acusado no processo do Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP).

Através de uma empresa tida por “testa de ferro”, o político terá recebido cerca de 120 mil euros pelos serviços prestados enquanto esteve no Governo e no Parlamento, revela o jornal.

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