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Câmara de Aveiro atribuiu quase 700 mil euros aos bombeiros do concelho

Os protocolos entre a Câmara Municipal de Aveiro (CMA) e os Bombeiros Novos de Aveiro e Bombeiros Velhos de Aveiro para o ano de 2020 – aprovados na última reunião do Executivo Municipal (20 de março) – foram ontem assinados, “sem a normal cerimónia pública, tendo em conta os constrangimentos causados pelo combate à pandemia do Covid-19”, adianta a autarquia em nota de imprensa.

Com o valor global de apoio de 348.000 euros e na “sequência do protocolado, será hoje mesmo transferida a primeira tranche para cada uma das duas Associações Humanitárias de Bombeiros do Município”, revela a edilidade.

O protocolo de colaboração entre a CMA e a Associação Humanitária de Bombeiros Guilherme Gomes Fernandes – Bombeiros Novos de Aveiro, vai “permitir o apoio e a comparticipação financeira da CMA, correspondente ao ano de 2020, no valor global de 182.104,83 euros (inclui financiamento à delegação de São Jacinto)”.

Por seu turno, o protocolo de colaboração entre a CMA e a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Aveiro – Bombeiros Velhos de Aveiro, significa o apoio e a comparticipação financeira da CMA, correspondente ao ano de 2020, no valor global de 165.895,17 euros.

“A sustentabilidade e garantia da prestação do socorro às populações é assumida como muito importante pela CMA, assumindo o apoio a instituições relevantes para essa missão, como os Bombeiros Novos de Aveiro e os Bombeiros Velhos de Aveiro, contribuindo desta forma para a melhoria da prevenção e diminuição dos riscos resultantes de sinistros, calamidades ou catástrofes”, frisa o município.

“É por isso uma importante opção política da CMA cooperar na prossecução do interesse público subjacente a toda a atividade municipal e em estreita articulação com as demais entidades com atribuições nessa área, nas operações de socorro e assistência à população em geral, financiando a CMA os Bombeiros em operações muito importantes como são a gestão operacional da Proteção Civil 24 horas por dia, e o reforço de efetivos das equipas de intervenção permanente”, conclui.

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