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ClimAgir distribui 500 sobreiros em Tábua para proteger a floresta autóctone

Este fim de semana o ClimAgir esteve na Tábua de Queijos e Sabores da Beira, onde contactou com cerca de 2500 pessoas e a visita oficial à tenda do secretário de Estado de Valorização do Interior, João Catarino, presidente do Município de Tábua, Mário Loureiro, entre outros autarcas da região e do secretário executivo da CIM Região de Coimbra, Jorge Brito.

“A importância da proteção e preservação das florestas, foi o tema em destaque no município de Tábua, por ser uma das medidas de mitigação dos impactos das alterações climáticas e da subsequente necessidade de prevenção de incêndios florestais”, adianta a CIM em comunicado.

Até Setembro de 2019, o ClimAgir promove esta ação nos 19 municípios da Região de Coimbra. Estando a decorrer sessões diárias de sensibilização nas escolas em período letivo, durante o verão, as ações decorrerão nas praias. Ainda este ano, a CIM RC irá promover a Ação Saúde Pública ClimAgir destinada a Técnicos de Saúde, Técnicos dos Municípios, Auxiliares de Lares de Idosos, Estabelecimentos de Ensino.

O ClimAgir surge como uma das medidas específicas previstas no Plano Intermunicipal de Adaptação às Alterações Climáticas (PIAAC), documento estruturante que contempla o conhecimento das especificidades, avaliação da vulnerabilidade atual e futura às alterações climáticas e identificação, definição e priorização de medidas de adaptação específicas para o território da CIM Região de Coimbra.

1 comentário

  • João Tilly

    12 Março, 2019

    Floresta autóctone? Alterações climáticas? Há 12 mil anos a floresta autóctone era composta de 3 kms de gelo sobre o terreno actual. E sim realmente há alterações climáticas relativamente a essa época. Foram essas alterações climáticas (o degelo) que permitiram que hoje estivéssemos vivos. Agora: quanto é que recebeu este clube da UE para plantar 500 sobreiros onde eles nunca existiram? Investiguem e percebam quanto cada sobreiro custou aos europeus. Mais de 10 mil euros. Uma loucura estes mega negócios à conta da treta das alterações climáticas.
    Mas olhem que nem todos somos mentecaptos.

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