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Coimbra evoca Miguel Torga no 112.º aniversário do seu nascimento

Na próxima segunda-feira, dia 12 de agosto, a Câmara Municipal (CM) de Coimbra vai assinalar o 112.º aniversário do nascimento do médico e poeta Adolfo Correia da Rocha, conhecido pelo pseudónimo Miguel Torga.

Para difundir a memória da obra do poeta, escritor e médico, assim como o espaço onde viveu, a autarquia evoca este grande vulto da literatura, também quando se celebram em 2019 os 30 anos da atribuição do Prémio Camões a Miguel Torga, através de uma programação que engloba uma visita guiada com percurso dedicado à vivência de Torga em Coimbra e uma atuação do Trio de Jazz da Orquestra de Sopros de Coimbra.

 No dia em que se celebra o 112.º aniversário do nascimento de Miguel Torga a CM Coimbra propõe o roteiro “A Coimbra de Miguel Torga”, pelas 14h30. Trata-se de um roteiro, feito a pé e de autocarro, que percorre alguns dos locais ligados às vivências do escritor e médico em Coimbra.

O percurso parte do cimo da Ladeira do Seminário e o grupo é conduzido até à República da Estrela, de onde segue para a Universidade, descendo a Couraça de Lisboa, em direção ao Largo da Portagem, onde serão mencionados o consultório e o monumento a Miguel Torga.

O grupo desloca-se, depois, até ao Largo das Ameias para aceder ao autocarro da linha n.º 103 dos SMTUC (cabendo a cada participante munir-se do respetivo título de transporte) em direção à Casa-Museu Miguel Torga, terminando o circuito torguiano com uma visita guiada ao equipamento municipal, que tem como missão divulgar a sua obra literária, preservar e expor publicamente objetos, da mais variada índole, relacionados com a identidade e a personalidade desta figura maior das letras, que elegeu Coimbra para viver e trabalhar.

A participação neste percurso necessita de inscrição, na Casa Municipal da Cultura (presencialmente ou através do telefone n.º 239 702 630), requerendo um mínimo de 10 e até ao limite máximo de 30 participantes.

A evocação desta efeméride integra, ainda, uma atuação, pelo Trio de Jazz da Orquestra de Sopros de Coimbra, com um reportório centrado nos ritmos da Bossa Nova, como forma de celebrar e recordar a relação especial do escritor com o Brasil, onde viveu por cinco anos, durante a adolescência.

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