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Coimbra tem dez novos autocarros elétricos

O presidente da Câmara Municipal (CM) de Coimbra, Manuel Machado, e o ministro do Ambiente e da Transição Energética, João Matos Fernandes, apresentaram no Parque Verde do Mondego, os 10 novos autocarros 100% elétricos que reforçam a frota dos Serviços Municipalizados de Transportes Urbanos de Coimbra (SMTUC).

As 10 viaturas que utilizam fontes de energia com melhor desempenho ambiental representam um investimento superior a quatro milhões de euros, financiado em cerca de 53% pelos cofres da autarquia e o restante pelo Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (PO SEUR).

O presidente da CM Coimbra salientou que o serviço da Ecovia “vai tirar carros da cidade e tornar a vida – quer de quem entra, quer de quem cá mora – melhor, mais saudável, mais económica e com maior capacidade de circular a pé ou nos transportes”, sobretudo quando se tratam de “veículos mais eficientes e que utilizam fontes de energia com melhor desempenho ambiental – como é o caso destes autocarros que hoje apresentamos”, destacou o autarca.

Manuel Machado recordou que a Ecovia foi por ele lançada nos anos 90 e “talvez por ter sido um projeto demasiado avançado para o seu tempo, não colheu à época junto das pessoas a adesão que se esperava. Ter razão antes do tempo é, por vezes, quase a mesma coisa que estar enganado”, evidenciou o autarca, salientando que hoje a “sociedade é outra”, “o espírito da cidade é outro”, “a consciência ambiental é outra”, a “relação das pessoas com a cidade é melhor, muito diferente da que era”, pois “há um apreço, uma estima pelos espaços sem carros que antes não existia”, concluiu.

Por seu turno, o ministro do Ambiente e da Transição Energética salientou que a mobilidade que “aí vem é uma mobilidade elétrica e é uma mobilidade partilhada, é uma mobilidade que vai promover muitos novos modelos de negócio, mas é, essencialmente, uma mobilidade coletiva”.

Matos Fernandes salientou que em Portugal “54% da eletricidade que já hoje produzimos provém de fontes renováveis” e que em 2030 serão 80%. Ou seja, “a eletricidade que faz com que estes veículos que aqui estão se venham a deslocar, servindo os cidadãos de Coimbra e quem visita esta magnífica cidade, tem como origem mais de metade em fontes renováveis”, destacou.

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