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MAAVIM continua a reivindicar ajuda para os lesados dos fogos de 2017

O Movimento Associativo de Apoio às Vítimas dos Incêndios de Midões (MAAVIM) continua a reivindicar ajuda para os lesados dos incêndios florestais de 2017.

“Passados 18 meses, existem centenas de famílias ainda sem a sua habitação, e milhares de pessoas sem casa. Várias são as promessas vindas de atores com responsabilidade, onde foram anunciando que as pessoas teriam casa no Natal (2018), na Páscoa (2019), e agora será para quando?”, questiona em comunicado a MAAVIM.

Sublinhando que “andam a discriminar o povo que tudo perdeu, e nada tem”.

Na agricultura e a floresta os “milhões vindos de Bruxelas não foram distribuídos pelas populações que tudo perderam”, refere ainda aquele movimento.

“A justiça para com quem teve culpa nestes incêndios de Outubro de 2017, não pode ser feita contra os lesados dos Incêndios, mas sim deve ser feita com quem teve responsabilidades”, frisam.

Adiantando ainda que “a nossa petição foi aprovada na Assembleia da Republica por todos os partidos com assento na Comissão dos Incêndios, mas o governo continua a não acatar essas mesmas decisões de ajuda ao povo lesado”.

O instrumento criado (CPAPI), para as reclamações, “mais não passa de um repetidor de respostas do estado, deixando de fora milhares de pessoais que tiveram prejuízos e não tiveram maneira enquadrável para se candidataram a ajudas” do Estado.

“Exigimos que sejam identificados os culpados pela catástrofe ocorrida e sejam responsabilizados”, salientam a concluir.

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