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Município de Arganil e CCDR entregam última habitação reconstruída após o incêndio

A poucos dias de se cumprirem dois anos desde o grande incêndio de 15 de outubro de 2017, que deixou sem lar largas dezenas de famílias no concelho de Arganil, a Câmara Municipal, representada pelo vereador Luís Almeida, e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), por António Veiga Simão, vice-presidente, procederam à entrega da última habitação reconstruída ao abrigo do Programa de Apoio à Reconstrução de Habitações Permanentes.

A entrega da chave do renovado lar ao casal Nikolas e Elizabeth e às suas três filhas, que trocaram a Alemanha por Portugal para viver, decorreu na passada sexta-feira, 4 de outubro, no lugar da Lomba do Poisio, na freguesia de Benfeita. Este ato simbólico “encerra um amplo processo que, apesar de naturalmente complexo e demorado, decorreu com assinalável normalidade e celeridade nos últimos 24 meses”, refere Luís Paulo Costa, presidente da Câmara Municipal de Arganil.

Trata-se, por isso, de “um dia com um profundo significado para o concelho de Arganil, simbolizando e refletindo todo o empenho e esforço realizados pelo Município para contornar e minimizar as consequências do trágico incêndio, dando motivos aos nossos munícipes para olharem para o futuro com mais esperança, com o conforto e a tranquilidade merecidos”, realça o autarca.

Dos 69 pedidos de apoio à reconstrução aprovados no concelho de Arganil, 59 habitações permanentes, parcial ou totalmente destruídas pelo incêndio de há dois anos, encontram-se concluídas e entregues às famílias.

Em fase de execução estão ainda dez habitações, cuja construção é da responsabilidade dos requerentes. Nestes casos, as famílias contrataram diretamente as empresas de construção, sendo ressarcidas pela CCDR Centro à medida que os documentos de despesa são apresentados.

“Desde que Arganil foi o primeiro concelho a beneficiar do apoio à reconstrução das habitações permanentes, no início de janeiro de 2018”, aponta Luís Paulo Costa, “muitos foram os recursos humanos e financeiros colocados ao serviço da recuperação do território, permitindo levar a bom porto todo este processo, desenvolvido em estreita colaboração com a CCDRC”.

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