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Presidente da Câmara da Lousã continua a defender abolição de portagens na A13

O presidente da Câmara Municipal da Lousã, Luís Antunes, na sequência do anúncio da implementação de descontos em várias auto estradas, nomeadamente na A13, que hoje foram aprovadas em Conselho de Ministros, entende a medida como um “ponto de partida, mas que, por várias e importantes razões, nomeadamente as débeis acessibilidades existentes na região, a abolição das portagens na A13 continua a ser a medida acertada.”

O autarca do PS reforçou ainda que “pensamos que será o início de um caminho que levará à amplificação do que agora é aprovado, até porque no que diz respeito aos visitantes/turistas, entendemos que não terá o impacto necessário.”

De referir que já a31 de janeiro, Luís Antunes tinha defendido esta posição através de uma missiva remetida à ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, onde apelava ao conhecimento que a governante tem das reais dificuldades deste território e, em particular do Concelho da Lousã, que tem estado privado do Sistema de Mobilidade do Mondego, de uma alternativa à Estrada da Beira (EN17) e de uma ligação digna ao IP3, visto que as obras em curso nesta via, ainda que importantes, não respondem plenamente às necessidades da Região.

1 comentário

  • Adrião Lourenço Mateus

    27 Fevereiro, 2020

    A IP 3 é uma estrada muito perigosa, tem algumas partes da estrada em que o transito nos dois sentidos se faz por uma só via , depois tem vários desvios por estradas muito estreitas e antigas . Os camiões tem dificuldade em circular e os veículos ligeiros tem de ir em procissão, porque não podem ultrapassar.
    O tempo de deslocação é muito demorado.
    E não se vê ninguém a trabalhar na reparação ou ampliação da estrada.
    A estrada da Beira é também cheia de curvas, quando vão veículos pesados, os ligeiros tem vão em procissão e em vez de demorar vinte minutos de Coimbra para a Lousã, demorarmos 45 minutos.
    Comboios não há, metro de superfície também não, conclusão: O povo da Lousã, Miranda do corvo, Serpins e localidades adjacentes foram enganadas e mal servidas de transportes.

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