Visitas guiadas em Coimbra organizadas pelo Município

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Dando seguimento ao programa de visitas guiadas organizadas pela Câmara Municipal de Coimbra, que tem registado uma procura crescente, a que não é alheia a aposta do Município no aumento da qualidade destas atividades culturais e sua diversificação, apresentamos o calendário até final de julho de 2017.

Para os próximo dias estão previstas as seguintes visitas:

 Dia 11, 15h00: O Castelo e a Muralha de Coimbra

Visita guiada que pretende revelar aspetos relacionados com a defesa da cidade, durante a Reconquista Cristã, bem como os locais escolhidos para a construção dos seus castelos, da sua muralha, torres defensivas e principais portas de acesso à cidade.

Coimbra foi uma cidade fortificada, rodeada por muralhas que permitiam a defesa da urbe citadina, bem como do território envolvente. Compunham o conjunto defensivo, o Castelo, estrategicamente construído no topo da colina e que subsistiu até à época pombalina, a antiga Alcáçova, ocupada por D. Afonso Henriques, que ali se instala juntamente com a corte no séc. XII, as torres de vigia, como a Torre de Anto, marca incontestável do passado militar da urbe coimbrã e as portas de acesso à cidade sendo a principal a de Almedina.

O objetivo desta visita é convidar os participantes a percorrer e descobrir o espaço da antiga fortificação de Coimbra, a conhecer a história da cidade, de reconhecida importância para a fundação da nacionalidade portuguesa.

Local de encontro: Largo D. Dinis

Dia 13, 15h00: A Lenda de Pedro e Inês

Visita guiada aos espaços evocativos dos amores de Pedro e Inês, cujo tema tem, ao mesmo tempo, uma sólida base histórica e uma perseverança lendária que se manteve ao longo de séculos.

A Quinta das Lágrimas, cenário dos amores proibidos do príncipe D. Pedro e de D. Inês de Castro, inspirou Luís Vaz de Camões na obra maior da literatura portuguesa, “Os Lusíadas”, perpetuando no tempo os encontros e desencontros deste lendário amor.

Episódio ímpar da história de Portugal que melhor define um povo no seu sentimento único – “Saudade”, e que tantos autores inspirou nas diferentes áreas artísticas, como seja a literatura, a música, a escultura, a pintura, a arquitetura, entre outras.

O objetivo desta visita guiada é dar a conhecer o espaço edificado onde se perpetua o amor e o romantismo, envolvendo o visitante num dos mais belos episódios da História de Portugal por forma a divulgar, a potenciar e a valorizar um dos mais emblemáticos espaços da cidade de Coimbra.

Local de Encontro – Grupo escultórico Sob o Signo de Inês, Quintas das Lágrimas

 

Dia 20, 15h00: Coimbra um outro olhar

Visita guiada a vários espaços, ruas, travessas e becos da Alta de Coimbra que foram palco de inúmeras estórias e vivências na cidade.

Desde a época romana que se conhece a ocupação e afinidade das populações por esta colina e seus campos férteis à beira rio, estrategicamente situada e facilmente defensável pelos seus ocupantes.

Mais tarde a cidade de Coimbra é escolhida para capital do Reino de Portugal e, rapidamente, atinge o seu auge e hegemonia, nas diferentes áreas, arquitetónica, cultural e artística.

Centro de multiculturalidade, a cidade vê ser reconhecida a sua pluralidade com a implantação definitiva da maior instituição de ensino em Portugal, a Universidade.

Esta visita guiada tem por objetivo realçar e avivar memórias, vivências e estórias, tradições e aspetos histórico-culturais da cidade, cantores e compositores, políticos e filósofos, prémios nobel e cientistas, entre muitos outros que foram/são a essência da nação portuguesa, hoje ilustremente reconhecida como Património da Humanidade pela UNESCO.

Local de Encontro – Largo Dr. José Rodrigues (em frente ao Museu Nacional Machado de Castro)

 

Dia 25, 15h00: Tesouros de uma cidade Património Mundial

Visita guiada pelas ruas da Alta de Coimbra, focando as vivências, memórias, tradições e aspetos histórico-culturais, patrimoniais e imateriais da cidade.

Tendo Coimbra algum do seu património classificado pela UNESCO, torna-se imperativo, cada vez mais, criar uma consciência coletiva para a preservação do espaço edificado, cultural e imaterial, sendo que alguns destes e outros bens são ainda pouco conhecidos.

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