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Exposição bibliográfica e iconográfica de Tomás Ribeiro em S. Pedro de Rates

O Núcleo Museológica da Igreja Românica de S. Pedro de Rates acolhe uma
exposição bibliográfica e iconográfica de Tomás Ribeiro, uma ilustre
figura do concelho de Tondela, que nasceu em Parada de Gonta a 01 de
julho de 1831.

Durante a inauguração desta exposição, que decorreu ao final da tarde de
ontem, dia 07 de março, o vereador da Cultura da Câmara Municipal de
Tondela, Miguel Torres, sublinhou a importância de se partilhar a cultura.
“Partilhar Tomás Ribeiro é cada vez mais importante, já que para as
gerações mais novas é apenas o nome de uma rua e de uma escola. Temos de
mostrar quem foi verdadeiramente Tomás Ribeiro, as suas variadas
facetas, partilhar este enorme recurso da nossa história, apontou.
Ao longo da sua intervenção, Miguel Torres aludiu ainda à uma frase que
muitas pessoas usam, mas poucos sabem a quem pertence. “Tomás Ribeiro é
o autor da conhecida expressão Portugal Jardim da Europa à beira-mar
plantado”, indicou.

Já o presidente da Junta de Freguesia de Parada de Gonta, Luís Pereira,
destacou a importância de Tomás Ribeiro, a mais ilustre figura de Parada
de Gonta.

“Temos também outros ilustres, como Jorge Colaço, genro de Tomás
Ribeiro, que gostamos de trazer até vos, mas deixo o repto para que
visitem Parada de Gonta e conheçam o seu património”, disse.
A inauguração da exposição contou também com a presença do seu
comissário, Paulo Sá Machado; o presidente da Junta de Freguesia de S.
Pedro Rates, Paulo João; e o vice presidente da Câmara Municipal da
Póvoa do Varzim, Diamantino Batista.

Marcou ainda presença José Valle de Figueiredo, que recitou um poema de
Tomás Ribeiro.

Esta mostra, da responsabilidade da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim,
Junta de Freguesia de S. Pedro de Rates, em parceria com câmara
Municipal de Tondela e a Junta de Freguesia de Parada de Gonta, pode ser
visitada até dia 30 de março.
Posteriormente será levada às juntas e Uniões de Freguesia do concelho
de Tondela.

Autor de livros como o poema “D. Jaime ou a Dominação de Castela”, a
“Delfina do Mal”, “Sons que passam”, “Vésperas”, “Dissonâncias” ou o
“Mensageiro de Fez”, entre muitos outros, Tomás Ribeiro foi advogado,
político, dramaturgo, jornalista, historiador e diplomata. Faleceu a 06
de fevereiro de 1901.

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