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Orquestra Clássica do Centro comemora 18 anos com estreia de obra

A Orquestra Clássica do Centro (OCC) completa hoje 18 anos de atividade e comemora a data com a estreia de uma obra encomendada para o efeito, concretamente em Penedono no dia 15 e em Coimbra no dia 20, na antiga Igreja do Convento de S. Francisco, com a direção do atual maestro titular Jan Wierzba.

A obra intitulada “Vida e Milagres de Dona Isabel” é de autoria do compositor Alexandre Delgado e é inspirada na Rainha Isabel de Aragão, figura histórica intimamente ligada à cidade de Coimbra, da qual é padroeira, e vulgarmente conhecida como “Rainha Santa Isabel”.

Segundo a presidente da Direção da OCC, Emília Martins, com esta estreia “prestamos o nosso contributo para a valorização e enriquecimento cultural da Cidade, mas também da Região e do País que somos.

Isabel de Aragão é uma figura histórica caracterizada por valores que pretenderíamos perenes e partilhados, como da sensibilidade, força de vontade, capacidade de partilha que nos deve servir de inspiração a todos, levando-nos a falar a uma só voz, tal como uma orquestra”.

Foi em 13 de dezembro de 2001 que Coimbra viu (e ouviu) pela primeira vez, em concerto, a sua orquestra profissional, então denominada Orquestra de Câmara de Coimbra. Tinha então 25 músicos, dirigidos pelo Maestro Virgílio Caseiro.

Desde então, a Orquestra Clássica do Centro teve uma atividade contínua, que “uma gestão rigorosa e uma vontade muito forte” tornaram possível. Para o futuro da OCC, que atualmente conta com o apoio da Direção-geral das Artes e da Câmara Municipal de Coimbra, os votos da presidente da Direção são “continuar a levar a música dita erudita que interpretamos ao maior número possível de pessoas e que o nosso projeto seja tão fundamental para a Cidade e para a Região, como os apoios da Cidade e da Região o são para nós”.

“Que o projeto seja duradouro e que seja parte integrante do património cultural de Coimbra, hoje e no futuro”, afirma.

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