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Proteção Civil diz que material para as aldeias não são de combate a fogos nem de proteção

Na sequência da notícia publicada hoje pelo Jornal de Notícias, com o título “Material entregue nas aldeias para fugir dos incêndios é inflamável“, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) esclarece que os materiais distribuídos no âmbito Programas “Aldeia Segura” e “Pessoas Seguras” não são “materiais de combate a incêndios nem esquipamentos de proteção individual”. 

 Os programas “Aldeia Segura” e “Pessoas Segura”, segundo a ANEPC visam “capacitar as populações no sentido de reforçar a segurança de pessoas e bens, mediante a adoção de medidas de autoproteção, e a realização de simulacros aos planos de evacuação das localidades”.

Trata-se da “primeira grande campanha nacional orientada para a autoproteção da população relativamente ao risco de incêndio rural, bem como à sensibilização para as boas-práticas a adotar neste âmbito”, revela ainda a ANEPC em comunicado enviado à CentroTV.

 No âmbito da campanha nacional de sensibilização para a prevenção de comportamentos de risco e para a adoção de medidas de autoproteção, foram “produzidos e distribuídos diversos materiais de sensibilização, designadamente o Guia de Implementação dos Programas, os Folhetos de Sensibilização multilingues, a Sinalética identificativa de itinerários de evacuação e de locais de abrigo ou refúgio e os kits de emergência”.

 Ainda segundo a ANEPC “importa reforçar que estes materiais não assumem características de equipamento de proteção individual, e muito menos de combate a incêndios”.

Acrescentando que se “trata sim de material de informação e sensibilização sobre como devem agir as populações em caso de incêndio, aumentando a resiliência dos aglomerados populacionais perante o risco de incêndio rural”.

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